quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Ano novo, ano velho
Em 2008 muita coisa mudou e algumas aconteceram pela primeira vez. Em janeiro passei um mês morando num hotel em Goiânia, nunca tinha sido tão independente, foi bom perceber que eu sou capaz, mesmo tendo escolhido voltar pra minha vida de dona de casa em Brasília. Em fevereiro nos mudamos pro apartamento onde vivemos até agora, foi a primeira vez que recusei uma proposta decente de emprego, fiz pra manter o que é mais importante pra mim agora. Comecei meu primeiro cursinho pra concurso em março, e o Bernardo começou a estudar. Abril entrei em crise interna de novo, sendo mais uma vez, salva pela minha irmã de coração. Em maio foi o casamento dela e pela primeira vez na vida fui madrinha, foi muito bom reafirmar nossa amizade que dura há tanto tempo. Também nesse mês fiz minha primeira viagem interancional, fui sozinha com meu filhote para a Espanha, visitar minha irmã e conhecer a família do meu cunhado. Junho foi meu aniversário e recebi a notícia de que meu priminho Danilo ia ser papai. Em julho foram as olimpíadas, período em que praticamente fico viúva, só tinha o CQC e o Dr. House pra me fazer companhia. Agosto foi de longe o pior período do ano. Setembro e outubro não me lembro de nada relevante, novembro levei um baita susto e dezembro é o que é pra todo mundo.
No próximo ano pretendo voltar a trabalhar, continuar apaixonada pelo meu marido, aprender alemão e francês, viajar pra Europa e dessa vez conhecer Paris. Amém
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Let it be

Se aprendi algo esse ano, especialmente nas últimas semanas, foi a deixar a vida nas mãos de Deus. Pra mim, que sou controladora, ambiciosa e prepotente, não foi nada fácil chegar às conclusões que me fizeram passar a pensar assim. Hoje fazem 13 anos que perdi minha mãe, fazem uns dois meses que entendi o porquê disso, sem entrar em maiores detalhes, com racionalidade e lógica acabei entendendo que foi melhor assim; acreditem, isso foi uma das coisas mais difíceis que já fiz. Outro fator que me fez aceitar melhor a vontade dEle é a atual crise econômica: duas das empresas em que eu quis desesperadamente trabalhar, demitiram há poucas semanas mais de cinco mil pessoas, considerando que se eu tivesse conseguido entrar eu ainda seria trainee (que é um estagiário de luxo), provavelmente eu teria sido das primeiras a "rodar", isso depois de mudar de cidade e ficar um ano distante do meu marido e do meu filho, que pra mim são mais importantes do que ser presidente da Unillever. Agora acabei de conferir uma prova que fiz, e na qual se eu passar, vai mudar bastante a vida da gente. É algo que eu sempre quis, mas não estou ansiosa, o que Ele quiser e fizer eu tenho certeza de que será o melhor pra mim.
domingo, 14 de dezembro de 2008
Caminha
sábado, 13 de dezembro de 2008
Âncora
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Dois Filmes

sábado, 6 de dezembro de 2008
Stress
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
House

Tenho acompanhado nos últimos meses esse seriado da Universal feito uma velhina segue a novela das seis. Óbvio que o programa é super bem produzido e os atores são ótimos, mas o que mais me chama a atenção é como o House, sendo tão ao contrário do que as pessoas gostam nas outras, consegue conquistar o público. O cara é cínico, mentiroso, trata mal todo mundo, viciado, não respeita e nem acredita em ninguém, mas os espectadores torcem e gostam de verdade dele, é fascinante admirar as diferentes maneiras como ele consegue chocar mesmo quem o conhece há muito tempo, ver sua mente doente funcionar então..., mesmo sendo fictício, o Dr. House é o melhor médico de que tenho notícia, tem uma personalidade marcante, uma inteligência fora do comum e consegue o que poucos conseguem: cativar principalmente quando é cruel.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Momento saudade da mamãe

Depois de uma manhã de emoções fortes, finalmente alguma coisa me fez chorar. Música sempre me toca, e a voz do Freddy sempre mexeu muito comigo.
Love Of My Life
Queen
Composição: Freddie Mercury
Love of my life, you've hurt meYou've broken my heart, now you leave me.
Love of my life can't you see,
Bring it back bring it back,
Don't take it away from me,
Because you don't know
What it means to me.
Love of my life dont leave me,
You've stolen my love, you now desert me,
Love of my life can't you see,
Bring it back bring it back,
Don't take it away from me,
Because you don't know
What it means to me.
You will remember
When this is blown over,
And everythings all by the way,
When I grow older,
I will be there at your side,
To remind you how I still love you
I still love you.
Hurry back hurry back,
Don't take it away from me,
Because you don't know
What it means to me.
Love of my life ...
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Quebra-cabeças
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Tarja Preta

Finalmente o meu descontrole me rendeu uma receitinha azul, não me incomodo nem me sinto anormal com isso, mas é interessante ver o quanto as pessoas se chocam, minha amiga da época da faculdade me fez fazer um relato detalhado de como cheguei a "esse ponto", meu marido me trata como se eu fosse surtar a qualquer minuto e hoje fez a nossa vizinha vir aqui porque eu não atendi o telefone (o aparelho está ruim e às vezes não toca) nunca fui tratada com tanto cuidado por todo mundo, o que é engraçado, porque estou muito melhor agora do que antes (acho que é essa a idéia do remédio, não é?) estou disposta e muito mais paciente que o normal, e já tem uns dois dias que não penso em virar hippie e me mudar pra Pirenópolis, quem me conhece consegue me imaginar vivendo como hippie? Acho que não. O que interessa é que estou bem, não estou ótima, mas estou bem.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Post retirado do "Blog do Tas"
Não dá pra acrescentar nada e nem pensaria em escrever melhor, só que de novo sinto vergonha de fazer parte dessa sociedade.
"Zezinho" é assassinado

A Casa do Zezinho, há mais de 10 anos, é um oásis de cultura, educação, civilidade e afeto para 2 mil crianças na periferia de São Paulo. Localizada no epicentro dos bairros Jardim Ângela, Capão Redondo e Parque Santo Antônio, a Casa oferece dezenas de oficinas culturais, além de apoiar os jovens na escola e na vida doméstica. A maioria esmagadora deles não tem pai, poucos podem contar com a mãe, geralmente ocupada em lutar na cidade para levar algum dinheiro para casa, ou em muitos casos, afundada no alcoolismo.
Mesmo com esse quadro duro, assustador, frequentar a Casa do Zezinho, com frequento como colaborador voluntário há mais de 5 anos, é uma grande alegria. Porque lá a gente aprende com o sorriso e garra das crianças. Quem vive do outro lado da moeda e acha que a vida é dura e injusta, pode tomar uma ducha instantânea de ensinamentos a um simples contato com um garoto ou garota da Casa do Zezinho. Todos eles são sobreviventes e vencedores de uma guerra dura e diária.
Na última segunda-feira, essa ONG, que representa um verdadeiro DNA de ética e eficiência para o país, foi barbaramente atingida. Um de seus "Zezinhos" mais queridos, já grandinho, com 23 anos, lutanto para enfrentar a vida, agora como pai de família, foi estupidamente assassinado. O nome dele é Alberto Milfont Jr. Segue o relato indignado abaixo das educadoras da Casa do Zezinho, ao quem eu me junto e convido cada um de vocês a se juntar e espalhar essa notícia por aí.
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Nota de repúdio e indignação
A Casa do Zezinho está de luto. A ONG Casa do Zezinho mostra seu profundo repúdio e indignação. Um dos seus filhos queridos, o jovem Alberto Milfont Jr, (23), foi barbaramente assassinado dentro das Casas Bahia na Estrada de Itapecerica por um segurança terceirizado, que trabalha nessa instituição, na segunda feira por volta das 16 horas. O segurança, em sua defesa, alega que agiu assim porque simplesmente o jovem estava mal vestido.
O jovem Alberto, mal vestido, morre com a nota fiscal, com comprovante de compra nas mãos.
Enquanto aguardava dentro da loja, “roupa de trabalhador”, sua esposa Darilene (22) voltava do caixa aonde fora pagar a prestação da compra de um colchão. Foi abordado pelo assassino, terno preto. Depois de um bate boca ligeiro o segurança saca da arma e atira à queima roupa. O jovem tomba sem vida.
Suas últimas palavras: Sou cliente, não sou ladrão!”. A partir daí se calou. Calou da mesma forma como estamos calados, sufocados há 400 anos. Que grande equívoco este país!
Mal vestido, roupa de trabalho, é um sinal verde para o braço armado da sociedade, o assassino pago para atirar. Alberto deixa esposa e um filho de 5 meses. Alberto deixa morta a remota esperança de milhares de jovens brasileiros. Estudar pra que? Trabalhar pra que? Ser honesto pra que? Brasileiros alfabetizados, respondam honestamente essa pergunta!
O menino brincalhão, comprido e de pernas finas entrou para a Casa do Zezinho aos 10 anos. Sua turma do Parque Santo Antônio já estava todinha ali. Vai ser muito legal, ali vamos nos divertir para valer. O jovem deixa excelentes recordações em toda nossa comunidade, onde permaneceu como um membro muito querido até 2003.
Estava de casamento marcado com a jovem Darilene, com quem tinha um filho de apenas 5 meses.
Suspeita e pobreza sempre juntas na nossa história.
Nenhum (a) jovem “mal vestido” (leia-se moreno, pardo) da periferia ousa sequer pisar num shopping de grife da cidade sem levantar as mais alarmantes suspeitas. Nenhuma placa, nenhum sinal explcita essa indesejabilidade, como faziam com os negros os norte-americanos. Diferentemente dos americanos, aqui o jovem da periferia já traz gravada na carne, na alma, essa interjeição.
Nenhuma revolta, nenhuma vingança organizada. Nada que a sociedade deva se preocupar. Apenas o destempero de um segurança idiotizado, uma peça para reposição. No Cemitério São Luiz o murmúrio surdo da mãe e da jovem esposa.
Dentes cravados, os jovens cabisbaixos que acompanham o enterro trazem o sangue nos olhos. – O mano Alberto subiu!
Com muita raiva seguimos com eles, solidários, para tentar preservar essa auto estima
tão covardemente destruída desde o seu nascimento nas favelas.
A vitória da morte exercida com eficiência certeira desde sempre no país pelo braço armado contratado pela sociedade dominante e pelos seus comparsas que dominam toda a estrutura de poder do estado.
Pras Casas Bahia deixamos como lembrança o carnê saldado com a honra e a dignidade de um jovem trabalhador.
Adeus mano Alberto!
Fotos: Acima, Alberto numa exposição de arte quando ainda estava na Casa do Zezinho, em 2001; abaixo, foto recente.
sábado, 8 de novembro de 2008
Trinta
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Família
sábado, 1 de novembro de 2008
Relacionamentos
domingo, 19 de outubro de 2008
Vaidade

Depois de uma sexta - feira muito, mas muito ruim, acabei indo parar no cinema. Ainda bem. Assisti "Ensaio sobre a cegueira", com a Juliane Moore, a sensação que eu tive é que é um filme pra ser saboreado; horas depois da projeção ainda se tira conclusões e sensações novas. O modelo de filmagem, luz, linguagem, enredo, tudo lembra um curta-metragem, tem aquela cara de obra de arte que o torna único, é filme pra comprar e assistir de vez em quando, sempre que quiser mergulhar num universo despido de todas as máscaras. O filme é bem sobre isso; interessante como as pessoas perdem os pudores e se mostram mais quando são tiradas delas todas essas muletas que usamos todos os dias, como nome, condição social, rosto, individualidade, caras e bocas. Os relacionamentos se tornam mais profundos quando perdem a vaidade e não há lugar pra egoísmo, todos estão no primeiro degrau da pirâmide de Maslow, todas as necessidades são fisiológicas, de sobrevivência mesmo e os personagens, que não têm nome, nos fazem questionar o que faz uma pessoa ser o que ela é. O que faz de você, você.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Fracasso

Tudo o que se tenta está sujeito ao fracasso. E junto com ele vem a desesperança, vergonha, raiva de si mesmo, e pra mim o pior é o "e se...". E se tivesse feito assim, e se tivesse dormido direito, e se eu desistisse agora, e se eu nunca conseguir... Dói muito a sensação de derrota, e quando elas vão se acumulando então, isso vai ficando insuportável, queima como perder alguém, é inevitável ma a gente sempre acha que podia ter feito alguma coisa pra mudar isso. Como se alguém escolhesse falhar, logo vem a questão: Porra, se eu não consigo nem ser medíocre e fazer algo que eu nunca quis, o que é que eu vou conseguir?
Lembro dessa época do ano passado, quando tentava ser trainee e viajei pela primeira vez (sozinha) pra São Paulo, desde o aeroporto tive aquela sensação de que qualquer coisa poderia acontecer naquela cidade, e decidi que minha vida aconteceria lá(nem indo pra Europa senti isso). Um ano depois, fui reprovada em todos os nem sei quantos processos seletivos que tentei, estou desempregada, sendo sustentada, estudando pra concurso e ainda presa nessa cidade que (desculpe quem gosta) me faz sentir enterrada viva, e não consigo nem alcançar a única coisa que essa merda tem pra oferecer. Tô mal, sei que vou melhorar daqui uns dias e vou continuar tentando, até porque não tenho alternativa; não tenho chance no mercado particular aos 27 anos e formada por uma faculdade privada, mas bem privada mesmo. Resta a mim agora me resignar, me esforçar muito pra não odiar todos os que estão melhores que eu (90% das pessoas que conheço) e continuar tentado.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Mentiras
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Tempo
- Geralmente oro (dessa vez não, deve ter sido o sono)
- Escolho uma ou duas músicas pra trilha sonora (nessa: Elegia da alma e freak)
- Observo os outros candidatos (dessa vez tem pouca gente com cara que não leu nem o edital, tipo eu)
- Começo a ler a prova e fico com raiva porque não sei nada
- Penso na redação
- Respondo as que sei
- Lembro de alguma coisa engraçada que li durante a semana enquanto devia estar etudando
- Releio algumas questões e acabo entendendo a maioria
- Faço o rascunho da redação
- Respondo as questões de português
- Lembro de um sonho interessante
- Lembro o salário e benefícios do cargo
- Por isso, tento melhorar a redação
- Lembro que nunca quis ser funcionária pública
- Imagino como vai ser minha vida se passar nessa bagaça
- Termino as questões de constitucional e regimento
- Passo a redação a limpo e acabo mudando um monte
- Vou ao banheiro
- Passo as respostas pro gabarito
- Chuto algumas, de acordo com a teoria do professor de RI
- Percebo que estou com fome
- Faço uma lista de compras mental
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Momento Patriota

Se não me engano, essa música foi composta em 1992, mas não poderia ser mais atual, vamos amar nossa pátria, e uma boa maneira de fazer isso seria não deixá-la na mão de qualquer um. Criticar sim, abandonar, nunca.
Filho da Pátria Iludido
Composição: Gabriel O Pensador
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos
Eu fico puto
Eu fico louco
Eu fico logo mordido
Porque se fosse um americano eu já não ia gostar
Mas o pior é brasileiro quando cisma de usar
Uma jaqueta ou uma camiseta com aquela estampa
D'aquela porra de bandeira azul vermelha e branca!
Eu não suporto ver aquilo no peito de um brasileiro
Me dá vontade de manchar tudo de vermelho
Vermelho sangue
Do sangue do otário
Que não soube escolher a roupinha certa no armário
E saiu de casa crente que tava abafando
Eu vô tentar me segurar mas eu não tô mais agüentando!!
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (cores dos States com as estrelas e as listras)
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (não somos patriotas nem nacionalistas)
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (como Tio Sam sempre quis)
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (amigo vai nessa que tu tá é fudido)
E ele saiu de casa crente que tava abafando
Eu fico puto
Eu fico triste
Eu fico quase chorando
De pena de raiva de tristeza de vergonha
Quando eu vejo esses babacas esses panacas esses pamonhas
Que têm coragem de ir pra rua com boné ou camiseta
Com as cores da bandeira mais nojenta do planeta!
Tem azul com estrelinha
Tem branquinho e tem vermelho
O filho da pátria é burro cego ou a casa dele não tem espelho?
Eu acho que é burro mesmo
Coitado
Sem rumo sem governo totalmente alienado
Bitolado do tipo que acredita no enlatado
Que passou no Supercine desse sábado passado
Eu tento me controlar conto até dez respiro fundo
Ô filho da pátria é assim que cê pensa que vai chegar no 1º mundo?
Vestindo essa bandeira de outro povo
Vestindo essa roupa escrota de submisso baba-ovo
Que vergonha que vexame que tragédia que fiasco:
O enforcado desfilando com a bandeira do carrasco!
Condenado
Parece que merece a morte
Me enraivece um colonizado usar a bandeira da metrópole!
E não espere eles invadirem a Amazônia
Pra saber que não passamos de uma mísera colônia
Em pleno século vinte e um beirando o ano dois mil
Por essas e outras devemos usar a bandeira do Brasil
E lutar por um país fudido
No quadro internacional
Tira a camisa dos Estados Unidos seu débil mental!
Refrão
I'm an American and I'm pround of my flag
But Gabriel is my friend and I understand what he said
You gotta have personality keep your own nationality
Look at yourself
Try to live your reality
And maybe we will all have just one nation some day
But now use your own flag let me be USA
Each one has his own country but life is way above
We aint't talking about hate
It's all about love...
Amigo cê tá perdido enganado iludido
Já devia ter sabido o que são os Estados Unidos
Um país infeliz
O mais hipócrita da terra
Malucos suicidas e imbecis que adoram guerra
Misturados num lugar cheio de farsa e preconceito
Me diz porque essa merda de bandeira no seu peito?
O quê que cê quer dizer quando veste uma camisa exaltando as belas cores dos opressores que te pisam?
O quê que cê quer passar pra pessoa que olhar pro seu peito e num entender de que lado você tá?
Mas não precisa responder
Cê tá do lado de baixo
Você é uma fêmea no cio e o Tio Sam é o seu macho
Você é o capacho dos norte-americanos
Por isso ainda acho que existe algum engano
Porque eu não me rebaixo a passear vestido
Com a roupa do inimigo: os Estados Unidos
P.S Meninas de tailleur rosa também podem gostar de rap.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Mudanças

Sempre que penso em mudanças, penso em melhoras, não sei de onde vem tanto otimismo porque, na prática, mudanças não costumam me favorecer muito. As melhores mudanças pra mim são aquelas semi-conscientes, a pessoa tem uma atitude esperando um resultado x e a vida traz pra ela x e y. É como se matricular num curso pra melhorar sua vida profissional e acabar se apaixonando por lá (não, isso nunca aconteceu comigo), ou fazer uma viagem só pra conhecer um lugar qualquer e receber uma excelente proposta de trabalho.
Acho que é uma mudança assim que eu busco agora, tipo atirar no que vejo e acertar no que não vejo. Dá medo, mas esse friozinho na barriga é o tempero perfeito pra vida.
domingo, 14 de setembro de 2008
Fugiu tudo
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Irmãos

São os primeiros amigos, e muito provavelmente os últimos também, tenho dois, incríveis, cada um com sua maneira e adoro ambos. Meus irmãos são os meus melhores amigos, conselheiros, companheiros, entram em qualquer roubada por mim. Claro que como todo filho do meio, já desejei ser filha única, e óbvio que já tivemos briga homéricas, mas sei que sou privilegiada por essa relação e acho que o mundo seria muito melhor se todos fossem amigos dos seus próprios irmãos.